
Uma antiga moradia construída em décadas passadas na Rua Felismino Viana, centro de Vianópolis,
nas proximidades do Banco do Brasil, resiste ao tempo e guarda características da arquitetura antiga, lembrando o passado da cidade.
Pelas informações levantadas por nossa reportagem, a casa foi construída pela Família Rassi, provavelmente, na década de 1920.
Na casa, residiu a família de Carolina Barbosa Mattos, conhecida por Dona Calô, figura querida, de família tradicional e sempre lembrada.
Ela era irmã do também saudoso, Daniel Mattos, um dos comerciantes mais importantes de nosso município em décadas passadas.
Dona Calô se casou com João Alves do Couto e teve 4 filhos: Jurandir Almeida Alves do Couto, Jandira Alves Barros e os saudosos, Abner Alves do Couto e Damares Alves da Rocha.
Jandira, uma das filhas de Dona Calô, reside em Vianópolis.
Em meio a tantas mudanças no centro de Vianópolis, a moradia da Dona Calô está em pé, como um verdadeiro registro vivo do passado, preservando a identidade e a história local.
Com o passar do tempo, mudanças foram feitas no lote urbano onde está a antiga casa, uma vez que um imóvel comercial foi construído à frente, onde funcionou, durante anos, uma mercearia do saudoso comerciante Amauri Barros, genro de Dona Calô.
Para filhos, netos, bisnetos e demais familiares de João Alves do Couto e Dona Calô, a morada é sinônimo de saudade.
Vale apena passar por lá e ver a antiga casa de Dona Calô.



Vou levar minha netinha Pietra Liz para conhecer como realmente era as casas de antigamente. Casas raras hoje em dia de se encontrar. Parabéns aos moradores que preservaram esse tesouro.
Quando eu era menino não saia daí eu era amigo do Cássio
Tinham que restaurar …
Essa reportagem me fez voltar a minha infância vivi muito nessa casa quantos momentos alegres tive aí, ficaram as lembranças e muita saudades desse tempo e da minha avó querida.
Vovó Calô, quantas saudades dessa bisa maravilhosa e sempre positiva e de bem com a vida!😍
Essa foto representa 1/3 da casa , na foto aparece um quarto onde eu nasci.
Essa casa era bem maior, um verdadeiro casarão. Grande parte foi demolida para construção da outra que existe do lado. Lembro-me quando criança que todas as noites a família lá reunia na ampla cozinha, no rabo do fogão a lenha (sempre aceso) e os mais velhos se punham a contar “causos” de assombração e outras aberrações para a meninada. Pura nostalgia!