PREFEITURA FARÁ, EM BREVE, LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO NO CONJUNTO HABITACIONAL CLEOSMAR CAIXETA, POSSIBILITANDO A CONSTRUÇÃO DE MUROS NAS RESIDÊNCIAS

O prefeito Marcelo Rezende anunciou que a prefeitura de Vianópolis realizará, em breve, levantamento topográfico no Conjunto Habitacional Cleosmar Caixeta, com o objetivo de organizar as medidas dos lotes e possibilitar que os moradores possam construir muros em suas residências.


Segundo o prefeito, a iniciativa busca dar mais segurança jurídica e estrutural às famílias, evitando problemas futuros quanto aos limites dos terrenos.

Com o levantamento técnico, cada morador terá a definição correta de sua área, podendo então iniciar a construção dos muros de forma regular.

A inauguração do Conjunto Habitacional Cleosmar de Souza Caixeta aconteceu no início de outubro do ano passado, sendo que 42 casas foram edificadas pelo Governo de Goiás no Residencial Blazi, através do Programa Pra Ter Onde Morar Construção/Casas a Custo Zero.

2 comentários em “PREFEITURA FARÁ, EM BREVE, LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO NO CONJUNTO HABITACIONAL CLEOSMAR CAIXETA, POSSIBILITANDO A CONSTRUÇÃO DE MUROS NAS RESIDÊNCIAS”

  1. E sobre o aluguel social Alguém sabe A respeito? Se vai vir pq pra outras cidades vizinha já veio;E também sobre;os documentos das casas que não tem Ponte funda; caraíba entre outros setores que não tem de Vianópolis!E também aquelas família que não conseguiu as casinhas será se vai vir mais verbas para construção de mais?

    1. Respondendo a Paula
      Olha, eu vou falar com todo respeito, é a minha opinião. Particularmente, eu sou contra o aluguel social. Hoje já existem muitos benefícios e a gente está vivendo uma dificuldade grande para encontrar mão de obra. É só olhar o comércio da cidade, praticamente todos estão precisando de funcionários.

      As pessoas que realmente precisam, na minha visão, são poucas e eu percebo que já são bem assistidas pelos programas que existem. Agora, criar mais um benefício como o aluguel social pode acabar incentivando a acomodação de quem poderia estar trabalhando.

      Se trouxer mais esse benefício, pode ser um tiro no pé. Aí que vai ficar ainda mais difícil encontrar mão de obra aqui, e vamos continuar precisando buscar gente de fora. É uma preocupação pensando no futuro da cidade e na geração de emprego.

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