Tribunal do Júri condena homem que matou esposa a facadas no Bairro São José

Durou cerca de 7 horas, o julgamento de João Batista Barrozo, que no dia 18 de março do ano passado, matou, com golpes de faca, sua esposa Romilda de Jesus Pereira, de 34 anos de idade, no Bairro São José.

João Batista matou sua companheira e depois tentou se suicidar.

Este foi o primeiro julgamento realizado em Vianópolis após a sanção da Lei do Feminicídio, que transformou o crime de gênero em hediondo, cuja pena varia de 12 a 30 anos de reclusão e deve ser cumprida necessariamente em regime fechado.

A sessão do júri popular foi presidida pela Juíza Marli de Fátima Naves.

O promotor de justiça, Lucas César Costa Ferreira, atuou na acusação, enquanto que as advogadas vianopolinas Marina Soares e Amanda Lemos, nomeadas pela juíza, defenderam o réu.

Na parte da manhã, foram ouvidas as testemunhas arroladas pelas partes e também o depoimento do réu.

Na parte da tarde, após intervalo determinado pela juíza Marli de Fátima Naves, aconteceram os debates e o julgamento dos quesitos pelo Corpo de Jurados, composto de 4 homens e 3 mulheres.

Logo depois, a Juíza Marli de Fátima Naves fez a leitura da sentença, que condenou João Batista Barrozo a 17 anos e 06 meses de reclusão em regime fechado. Ela negou que ele recorra em liberdade.

Dessa maneira, João Batista Barrozo foi conduzido à Unidade Prisional de Vianópolis, passando, então, a cumprir a pena imposta pelo Tribunal do Júri.

Familiares do réu e da mulher assassinada no Bairro São José assistiram ao julgamento.

5 comentários em “Tribunal do Júri condena homem que matou esposa a facadas no Bairro São José”

  1. parabéns a justiça vianópolis. agora esperamos que a justiça seja feita. com o outro assassino ” DIEGO DO MIGIA” .. não podem deixar impune ele somente por ser de familia rica nao. bandido e bandido e todos tem q pagar por seus crimes.

  2. O Poder Judiciário de Vianópolis está de parabéns, muito bem representado pela Exma. Juíza de Direito Doutora MARLI DE FÁTIMA NAVES. Foi um julgamento imparcial, justo e coerente, parabenizo também o Ministério Público, representado pelo Doutor Lucas César Costa Ferreira. Na oportunidade fica aqui o meu respeito e admiração a todos. Evidencio ainda o eficiente trabalho realizado pelas polícias Civil e militar que não medem esforços no auxílio ao cumprimento da Lei em nossa cidade. Que Deus abençoe a todos.

  3. Parabéns ao poder judiciário. Mas acho 17 anos ainda pouco tbm… na minha opinião deveria ficar em regime fechado enqto o assasinado(a) não voltasse a vida. Pois o ser humano ainda mais esposo não tem direito nenhum de matar a própria esposa ainda mais no seu posto de dever. Assim com tbm a esposa n tem direito ao msmo. Mas a lei de Deus não acaba em 17 anos apenas. Parabéns a vcs por fazerem a parte cabível.

Deixe um comentário para Leo Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Rolar para cima